domingo, 25 de dezembro de 2011

O Que Me Importa




O Que Me Importa

O que me importa
Seu carinho agora
Se é muito tarde
Para amar você...
O que me importa
Se você me adora
Se já não há razão
Prá lhe querer...
O que me importa
Ver você sofrer assim
Se quando eu lhe quis
Você nem mesmo soube dar
Amor!...
O que me importa
Ver você chorando
Se tantas vezes
Eu chorei também...
O que me importa
Sua voz chamando
Se prá você jamais
Eu fui alguém...
O que me importa
Essa tristeza em seu olhar
Se o meu olhar tem mais
Tristezas prá chorar
Que o seu!...
O que me importa
Ver você tão triste
Se triste fui
E você nem ligou...
O que me importa
Seu carinho agora
Se para mim
A vida terminou
Terminou! oh! oh! oh!
Terminou! oh! oh! oh!
Oh! oh! oh!...


Deixo a musica supracitada, a qual me identifiquei bastante ultimamente... Não sei mais o que dizer, basicamente seria isso, sinto-me como uma borboleta, que nasce, vive e morre em cerca de quinze dias há um mês... No meu caso seria em 5 anos e, como as borboleta, está na hora de recolher-me e aguardar o momento que, não é o mais temido e sim, o mais esperado... Ao menos por mim... Adeus e desejo a todos um suave último bater de asas!"



domingo, 18 de dezembro de 2011

Frase do Dia



Deus Capacita os Escolhidos


Conta certa lenda, que estavam duas crianças

patinado num lago congelado.

Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas.

De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu,

ficando presa na fenda que se formou.

A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando,

tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com

todas as suas forças, conseguindo por fim quebra-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegarame viram o que

havia acontecido, perguntaram ao menino:

- Como você conseguiu fazer isso?

É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo,

sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!

Nesse instante, um ancião que passava

pelo local comentou:

– Eu sei como ele conseguiu.

Todos perguntaram:

– Pode nos dizer como?

– É simples. – respondeu o velho. – Não havia ninguém

ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz...

“Deus nos fez perfeitos e não escolhe

os capacitados, CAPACITA OS ESCOLHIDOS.

Fazer ou não fazer algo só depende de nossa

vontade e perseverança.”


~ Anonimo ~

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Com Todo o Prazer...


(...)

Cliente: Moça, espere só um minutinho que eu já volto com a outra fatura!

Atendente: Claro senhor, eu o espero com prazer! - Descruza as pernas e ajeita a revista pornô em seu colo, cuidadosamente oculta pela mesa. Faz cara de paisagem.

(...)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Caí Ao Inverso De Alice









Sinopse: Uma fanfic curta sobre o casal Ravena e Robin.
Classificação: +13 Categorias: Jovens Titãs Personagens: Ravena, Robin Gêneros: Ecchi, Poesia, Romance Avisos: Nenhum





Caí Ao Inverso De Alice


 
Paro e penso
Em todos os erros cometidos
Suas segundas intenções
Seguro de si e do que queria
Eu aluada
Por fora de realidade
Querendo apenas uma amizade
Almejando prosa
Você é carretel
Deu-me corda
Metro a metro
Teias de promessas sobre liminares
Eu, não tola
Caí ao inverso de Alice
Percebi finalmente o que queria
Fiz-me de desentendida
Cavalheirismo à moda antiga
Cortejou-me com ardor
Beijou-me com amor
De modo carinhoso e sedutor
Eu conhecia o jogo
Já fui raínha, já fui peão
Vesti minha máscara
De seguranças e certezas
Estava aceito o desafio!
Provocar-te ao extremo
Atiças os sentidos
Deixar-te querendo mais
Mas o esperado seria isso
É diversão
Perturbar as pessoas
É instinto
Com o passar dos dias
O feitiço
Virou-se contra o feiticeiro
Despertou-me sentimentos
Tentei contê-los
Esforço vão
Uma garrafa e meia de bebida
E já lhe contava o que nem mais lembrava
Eu sabias das suas intenções
Errei feio
Mostrei meu lado verdadeiro
A mascara caiu
Estava li um eu
Patético e frágil
Indefesa e chorosa
Menininha imatura
O lado que pouquíssimos conhecem
Só quem realmente considero
Aos demais, sobram às máscaras
A segurança ou indiferença
Senti-me despida de corpo e alma
Durante as próximas horas
Daquela noite
Despi-me dos meus receios
Disse adeus o pessimismo
Creio que o bom senso
Melhor amigo do supracitado
Foi-se junto, ô malvado
Tudo o que escrevi
Lá de cima
Até aqui em baixo
Pode não ter lhe acrescentado nada
Mas olhando pelo lado bom
Já que leu até aqui
É sinal que é paciencioso(a)
E merece um premio!
Saberá agora
O motivo de tanta prosa
Seria o seguinte
Preste atenção na revelação
Ando ultimamente muito enjoada
Sei que como a musica que compus
Deve ser apenas
Sintomas precoce de uma gravidez imaginária!
Seja como for
Isso aqui tudo não faz sentido
É um desconexo desabafo
Estou em desalento
Sinto falta de algo
(...)
Esse algo tem nome e sobrenome
Certamente nunca lerá isso aqui
Mas se, por obséquio, ler
Não fique aí se achando, pow!
Mas estou bem "fora da casinha"
E isso já faz alguns dias
Diria que faz 9 dias e 4 horas
Sim, até as horas estou contando
Porra, que falta tu me faz em?!
Coração de merda....
Não devia ser assim
(...)
Fiquei chorando e fungando
Igual à torneira
Decadência seria a palavra?!
Ou Emo?
Sabe-se lá!
Tanto faz
Não farei mais!
Devia ser tudo relax
Nós curtiríamos
Os momentos
Os sentimentos
Sem expectativas
Sem cobranças
Sem obsessão
Sem sofreguidão
Ué, cadê minha parte do trato?!
Estou a fazer tudo ao contrario!
Patético!
Prometi e irei me controlar
Afinal, a vida não é para
Se levar a murros em ponta de faca
E sim como uma salsa
De Elvis Crespo
Vibrante, dançante
Prometo curtir e não pirar
Beber e não chorar
E ser mais o meu eu
Sem medo de erra
Dar a cara à tapa
Insegura e infantil
Pentelha e provocativa
Bom, já desabafei
Um pouco já melhorei
Quero muito ver tu
Ô Robin-boo!

sábado, 5 de novembro de 2011

Poema Perdido


Estou há dias relendo o meu diário,

em papel, iniciado esse ano enquanto fiquei sem pc....

Achei nele os seguintes versos:



Sentimento Rotineiro


Que saudade tenho

Das suas manias

Dos seus trejeitos


Da sua boca

Na minha

O Arrepio na espinha


Saudade tive

Do seu timbre

Do seu jeito

Do pequeno seio


Coração agitado no peito

Seu gosto, seu cheiro

No lençol, no travesseiro

Sentimento rotineiro....


22/06/11

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Água Para Elefantes


"Não falo muito sobre esses dias. Nunca falei.

Eu tinha medo de deixar escapar alguma coisa.

Sabia como era importante guardar o segredo dela e de fato guardei

- pelo resto de sua vida e depois de 70 anos, nunca o revelei a ninguém."



Jacob Jankowski tem 93 anos, vive numa casa de

repouso e nunca fala de seu passado.

Até que um circo chega à sua cidade,

despertando as recordações de sua juventude.

São lembranças de um mundo habitado por aberrações

e palhaços, em que vigoram leis rigorosas e até mesmo irracionais.

Uma atmosfera de encanto, repleta de maravilhas

e paixões, mas que também abriga dor e ódio.

Para o jovem Jacob, esse universo é tanto sua salvação

quanto seu calvário.

Aos 23 anos, no início do difícil período da Grande Depressão americana,

ele perde os pais num acidente de carro e abandona a faculdade de veterinária.

Por fim, se junta à trupe dos Irmãos Benzini.

Mesmo vivendo quase na miséria e tendo de suportar

inúmeras humilhações, os trabalhadores do lugar

se sentem felizes por pelo menos terem um emprego.

É sob as tendas de Jacob se apaixona por Marlena,

a jovem estrela do número dos cavalos, e se encanta com Rosie,

a elefanta que deveria ser a solução para

os problemas do circo, mas que parece incapaz

de aprender qualquer coisa.

O elo que une esse trio improvável é sua única

chance de sobreviver nesse ambiente misterioso e cruel,

onde nada é o que parece. Comovente divertido e surpreendente.



"Água Para Elefantes é uma história de um amor

que supera todos os obstáculos, até mesmo o tempo.

É tão envolvente que seus personagem continuam vivos

muito depois de termos virado a última página.

Sara Gruen nos transporta a um mundo

misterioso e encantador, construindo com tamanha

riqueza de detalhes que é quase possível respirar sua atmosfera."



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Esse livro é realmente maravilhoso, tu começa dando uma espiadinha

na sinopse, uma rápida passada de olhos pelas primeiras

páginas e quando percebe, está totalmente envolvido

pela história, os personagens.... Tudo!

E antes que perceba, já está torcendo por esse

ou aquele personagem, em pouco tempo,

já está lendo os últimos capítulos e, por fim, chega o triste

e inesperado fim....

Triste, não por causa da história em si, por ser uma

baita decepção, não, não meus caros, e sim

por ser uma história tão maravilhosa e rica em todos os sentidos,

que desejamos que não acabe.

Já me peguei, por vez ou outra, imaginado o que aconteceu

com esse ou aquele personagem após tal evento.

É como disse o editor:


“É tão envolvente que seus personagem continuam vivos

muito depois de termos virado a última página.”